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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Tomada da Bastilha

Há 222 anos atrás acontecia na França a Tomada da Bastilha

Pintura de Jean-Pierre Louis Laurent Houel (1735-1813), intitulado''Prise de la Bastille''("A tempestade da Bastilha"). Da Bibliothèque Nationale Française, ver [http://gallica.bnf.fr/scripts/Notice.php?O=07743702]


A Tomada da Bastilha ou Queda da Bastilha (em francês: Prise de la Bastille) foi um evento central da Revolução Francesa (Leia a síntese abaixo), ocorrido em 14 de julho de 1789. Embora a Bastilha, fortaleza medieval utilizada como prisão contivesse, à época, apenas sete prisioneiros, sua queda é tida como um dos símbolos daquela revolução, e tornou-se um ícone da República Francesa. Na França, o quatorze juillet (14 de julho) é um feriado nacional, conhecido formalmente como Fête de la Fédération ("Festa da Federação"), conhecido também como Dia da Bastilha em outros idiomas. O evento provocou uma onda de reações em toda a França, assim como na Europa, que se estendeu até a distante Rússia Imperial.

Durante o reinado de Luís XVI, a França passava por uma grande crise financeira, desencadeada pelo custo da intervenção do país na Guerra Revolucionária Americana, e exacerbada por um sistema desigual de taxação. Em 5 de maio os Estados-Gerais de 1789 se reuniram para lidar com o problema, porém foram impedidos de agir por protocolos arcaicos, e pelo conservadorismo do Segundo Estado, que consistia da nobreza - 2% da população do país na época. Em 17 de junho o Terceiro Estado, com seus representantes vindos da classe média, ou bourgeoisie (burguesia), se reorganizou na forma da Assembleia Nacional, uma entidade cujo propósito era a criação de uma constituição francesa. O rei inicialmente opôs-se a este acontecimento, porém eventualmente foi obrigado a reconhecer a autoridade da assembleia, que passou a ser chamada de Assembleia Nacional Constituinte.

A invasão da Bastilha e a consequente Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão formaram o terceiro evento desta fase inicial da revolução. A primeira havia sido a revolta da nobreza, ao se recusar a ajudar o rei através do pagamento de impostos. A segunda havia sido a formação da Assembleia Nacional e o Juramento da Sala do Jogo da Péla.

A classe média havia formado a Guarda Nacional, ostentado rosetas tricolores, em azul, branco e vermelho, que logo se tornariam o símbolo da revolução. Paris estava à beira da insurreição e, nas palavras de François Mignet, "intoxicada com liberdade e entusiasmo", mostrando amplo apoio à Assembleia. A imprensa publicava os debates realizados na Assembleia, e o debate político acabou se espalhando para as praças públicas e salões da capital. O Palais-Royal e seus jardins tornaram-se palco de uma reunião interminável; e a multidão ali reunida, enfurecida, decidiu arrombar as prisões da Abbaye para soltar alguns granadeiros que teriam sido presos por disparar contra o povo. A Assembleia encaminhou os guardas presos à clemência do rei, e após retornarem à prisão, acabaram por receber o perdão. As tropas, até então consideradas confiáveis pelo rei, agora passaram a tender pela causa popular.

História

A grande prisão do estado terminou sendo invadida porque um jornalista, Camille Desmoulins, até então desconhecido, discutiu em frente ao Palácio Real e pelas ruas dizendo que as tropas reais estavam prestes a desencadear uma repressão sangrenta sobre o povo de Paris. Todos deviam socorrer-se das armas para defender-se.

Lucie-Simplice-Camille-Benoist Desmoulins (2 de março de 1760, Guise, Aisne — 5 de abril de 1794, Paris) foi um advogado, jornalista e revolucionário francês e melhor amigo de Robespierre.

A grande prisão do estado terminou sendo invadida porque um jornalista, Camille Desmoulins, até então desconhecido, discutiu em frente ao Palácio Real e pelas ruas dizendo que as tropas reais estavam prestes a desencadear uma repressão sangrenta sobre o povo de Paris. Todos deviam socorrer-se das armas para defender-se. A multidão, num primeiro momento, dirigiu-se aos Inválidos, o antigo hospital onde concentravam um razoável arsenal. Ali, apropriou-se de vinte e oito mil mosquetes e de alguns canhões. Correu o boato de que a pólvora porém se encontrava estocada num outro lugar, na fortaleza da Bastilha. Marcharam então para lá. A massa revoltosa era composta de soldados desmobilizados, guardas, marceneiros, sapateiros, diaristas, escultores, operários, negociantes de vinhos, chapeleiros, alfaiates e outros artesãos, o povo de Paris enfim. A fortaleza, por sua vez, defendia-se com 32 guardas suíços e 82 "inválidos" de guerra, possuindo 15 canhões, dos quais apenas três em funcionamento.

Durante o assédio, o marquês de Launay, o governador da Bastilha, ainda tentou negociar. Os guardas, no entanto, descontrolaram-se, disparando na multidão. Indignado, o povo reunido na praça em frente partiu para o assalto e dali para o massacre. O tiroteio durou aproximadamente quatro horas. O número de mortos foi incerto. Calculam que somaram 98 populares e apenas um defensor da Bastilha.

Launay teve um fim trágico. Foi decapitado e a sua cabeça espetada na ponta de uma lança desfilou pelas ruas numa celebração macabra. Os presos, soltos, arrastaram-se para fora sob o aplauso comovido da multidão postada nos arredores da fortaleza devassada. Posteriormente a massa incendiou e destruiu a Bastilha, localizada no bairro Santo Antônio, um dos mais populares de Paris. O episódio, verdadeiramente espetacular, teve um efeito eletrizante. Não só na França mas onde a notícia chegou provocou um efeito imediato. Todos perceberam que alguma coisa espetacular havia ocorrido. Mesmo na longínqua Königsberg (hoje Kaliningrado, na Prússia Oriental), atingida pelo eco de que o povo de Paris assaltara um dos símbolos do rei, fez com que o filósofo Immanuel Kant, exultante com o acontecimento, pela primeira vez na sua vida se atrasasse no seu passeio diário das 18 horas.

A queda da Bastilha, no 14 de Julho de 1789, ainda hoje é comemorada como o principal feriado francês.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

Pequena Síntese sobre a Revolução Francesa

A Liberdade Guiando o povo

Quadro do pintor Ferdinand Victor Eugène Delacroix (Ver fotos e dados abaixo)

Revolução Francesa é o nome dado ao conjunto de acontecimentos que, entre 5 de maio de 1789 e 9 de novembro de 1799, alteraram o quadro político e social da França. Ela começa com a convocação dos Estados Gerais e a Queda da Bastilha e se encerra com o golpe de estado do 18 Brumário de Napoleão Bonaparte. Em causa estavam o Antigo Regime (Ancien Régime) e os privilégios do clero e da nobreza. Foi influenciada pelos ideais do Iluminismo e da Independência Americana (1776). Está entre as maiores revoluções da história da humanidade.

A Revolução é considerada como o acontecimento que deu início à Idade Contemporânea. Aboliu a servidão e os direitos feudais e proclamou os princípios universais de "Liberdade, Igualdade e Fraternidade" (Liberté, Egalité, Fraternité), frase de autoria de Jean-Jacques Rousseau. Para a França, abriu-se em 1789 o longo período de convulsões políticas do século XIX, fazendo-a passar por várias repúblicas, uma ditadura, uma monarquia constitucional e dois impérios.

Para saber mais sobre a Revolução Francesa, clic no link abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Francesa

Ferdinand Victor Eugène Delacroix

Foto: Léon Riesener em 1842
Fonte da foto acima e do texto abaixo: http://wwwpoetanarquista.blogspot.com

Considerado o mais importante pintor francês do período romântico, Ferdinand Victor Eugène Delacroix, ou simplesmente Delacroix, nasceu a 26 de Abril de 1798 em Charenton-Saint-Maurice. Algumas particularidades de grandes mestres da pintura como Rubens, Veronese, Turner e Géricault, são bem evidentes na sua obra. Este pintor, que como poucos soube pôr na tela os seus sentimentos através da cor, escreveu: «nem sempre a pintura precisa de um tema». Estas breves palavras foram de uma grande importância para os movimentos artísticos de finais do séc. XIX e princípios do séc. XX. Delacroix faleceu em Paris, a 13 de Agosto de 1863

3 comentários:

AFORTUNATTA disse...

Olá, a história da Revoluçao Francesa que nos contaram ,e stá repleta de mentiras e mitos.Leia, caso la verdade lhe interesse, O livro Negro ad Revoluçao Francesa, escrito por historiadores sérios e com farta documentaçao .
Viva O Rei, Viva a Santa Igreja , Viva os Heróis de Vendée!!!

Marat Calado disse...

A história está mal contada. A revolução francesa tem o sua sustentação em quatro nomes: Marat, Danton, Robespierre e Russeau.
Marat era o jornalista (e grande médico)que trabalhava a massa com seu jornal O Amigo do Povo. Que combatia com denúncias a exploração do reinado e da igreja (conivente)Foi assassinado dentro de uma banheira por Charlot, espiã da corte que o enganou e conseguiu entra no local em que se escondia. Marat sofria de uma doença de pele, poque fugia pelos esgotos da Franca (um complexo bem elaborado, que ele conhecia bem). Foi a revolução que mudou os rumos do mundo Ocidental. Russeau, Danton e Robespieerre foram executados (antes da morte de Marat)....mas as mudanças prosseguiram.
Isso é um micro resumo da Revolução francesa. É só

Val Minillo disse...

Prezado Marat!!
Concordo com o vosso comentário. As vossas observações são imprescindíveis!

É como eu citei quase ao final da postagem sobre a Revolução Francesa.
A fonte é da Wikipedia, onde os temas são através de postulados.

"Para saber mais sobre a Revolução Francesa, clic no link abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Francesa "

No link acima há maiores informações; porém, nem tudo. E a Wikipedia não autorizou a postagem do tema na íntegra.
O certo é que a história (essa ciência imensurável), depende da ótica do historiador.

Abraço fraterno.