ILHA SOLTEIRA - SP, É QUASE UM PARAISO!!

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OS MEUS JARDINS E QUINTAIS EM MINHA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA !! A Minha Amada, deitada eternamente em berço esplêndido; ao som do Rio Paraná e à luz deste céu profundo!! (Crédito da Foto: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=210844 )

CORAÇÃO CIVIL

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quinta-feira, 15 de abril de 2010

AS ÁRVORES EM CIDADE GAÚCHA PEDEM SOCORRO

AS NOSSAS ÁRVORES CONTINUAM PEDINDO SOCORRO...
LEIA ARTIGO POSTADO EM 12 DE ABRIL - LOGO EM SEQUÊNCIA AO ARTIGO POSTADO ABAIXO.

AGRADEÇO DE CORAÇÃO A TODOS QUE RESPONDERAM AO PEDIDO DE SOCORRO PARA AS NOSSAS ÁRVORES, ATRAVÉS DE MENSAGENS ELETRÔNICAS RECEBIDAS EM MEU E-MAIL PESSOAL (ULTRAPASSARAM 400 E-MAIL); E TAMBÉM TELEFONEMAS. FORAM VÁRIAS IDÉIAS, SUGESTÕES, APOIOS E MANIFESTAÇÕES DE CARINHO E SOLIDARIEDADE.

NA MEDIDA DO POSSÍVEL ESTAREI REALIZANDO PESQUISAS A RESPEITO DAS IDÉIAS E SUGESTÕES A MIM REPASSADAS, PARA SEREM POSTADAS NO BLOG.
O  INTERESSANTE TAMBÉM É QUE CHEGARAM 4 MENSAGENS DE OUTROS PAÍSES: DUAS DA ALEMANHA, UMA DOS ESTADOS UNIDOS E UMA DA ITÁLIA - AS RESPESCTIVAS MENSAGENS SÃO TAMBÉM DE AMBIENTALISTAS.

RECEBI TAMBÉM DENÚNCIAS QUE ESTÃO ENVENENANDO ÁRVORES EM UM CERTO LOCAL DE NOSSA CIDADE. VOU FAZER INVESTIGAÇÃO PARA VERIFICAR SE OS FATOS PROCEDEM. SE FOR REAL ESTAREI INFORMANDO NESTE BLOG.

E AINDA TEM CERTOS "FIGURÕES" QUE ACHAM, QUE ESTOU TENDO UM "SURTO DE AMBIENTALISTA".   É QUE ESTES "FIGURÕES" NÃO TEM A CONSCIÊNCIA, QUE, PARA DEUS, A VIDA DE UMA ÁRVORE É TÃO IMPORTANTE QUANTO A VIDA DE UMA PESSOA; POIS, FOI ELE QUEM CRIOU. 
DEUS, PERDOE-OS!!

UMA MAGNÍFICA SIBIPIRUNA EM NOSSA CIDADE!! (CLIC NA FOTO PARA AMPLIAR).
 

quarta-feira, 14 de abril de 2010

A BANDIDAGEM NA POLÍTICA

A GRANDE BANDIDAGEM E QUADRILHAS ORGANIZADAS ESTÃO SEDIADAS EM MUITOS GABINETES DE MUITOS POLÍTICOS. ESSES FATOS A TELEVISÃO, O RÁDIO E OS JORNAIS MOSTRAM DIARIAMENTE.

A BANDIDAGEM A QUAL ME REFIRO, VAI DESDE AQUELAS QUE EXIGEM COMISSÕES NAS LICITAÇÕES, PASSANDO PELAS FAMOSAS PRÁTICAS DE NEPOTISMO; NO ROUBO EM COFRES PÚBLICOS DE CÂMARAS LEGISLATIVAS, EM PREFEITURAS, EM SEDES E ÓRGÃOS DE GOVERNOS ESTADUAIS, ÓRGÃOS FEDERAIS; NO FINANCIAMENTO DO NARCOTRÁFICO;  E AQUELE FAMOSÃO CAIXA 2.  ÊITA CAIXA DOIS DANADO!!

ESSE CAIXA 2 É TERRÍVEL - SÓ QUEM PARTICIPA, OU PARTICIPOU NOS BASTIDORES DE CAMPANHAS ELEITORAIS; É QUE SABE COMO É TERRÍVEL ESSE TAL CAIXA DOIS, E COMO ATRAPALHA OS POLÍTICOS SÉRIOS E DE BEM !!

A PRÁTICA DO CAIXA DOIS, SERVE PARA FINANCIAR MUITAS FINALIDADES DURANTE O TRANSCORRER DE CAMPANHAS ELEITORAIS: VAI DESDE A RELES DOAÇÃO DE UMA DOSE DE CACHAÇA NO BUTECO PARA O ELEITOR - TIPO AQUELES "GARGANTAS SECAS"; PASSANDO PELA DOAÇÃO DE COMBUSTÍVEL, EM TROCA DA ADESIVAGEM (COLOCAÇÃO DE ADESIVOS) EM VEÍCULOS AUTOMOTORES; ATÉ A DISTRIBUIÇÃO DE DINHEIRO EM DIAS DE ELEIÇÕES, PRINCIPALMENTE NAS VÉSPERAS!! TUDO ISSO TÁ DIFÍCIL ACABAR; MAS ESTÃO SURGINDO MOVIMENTOS SÉRIOS EM TODO O PAÍS PARA TENTAR, MAIS UMA VEZ, ERRADICAR ESSA PRÁTICA NOCIVA; QUE EM ÉPOCAS DE ELEIÇÕES INICIAM-SE EM MUITOS GABINETES DE POLÍTICOS SAFADOS, CORRUPTOS, VAMPIRESCOS DO SUOR E DO SANGUE DO POVO. FICO TENTANDO IMAGINAR COMO É QUE A CORJA DESTES TIPOS POLITIQUEIROS ENCARAM OS OLHOS DE SEUS PRÓPRIOS FILHOS E FAMILIARES, POR EXEMPLO EM SEUS LARES, DURANTE AS REFEIÇÕES; COMUNGANDO O PÃO NA MESA EM SUAS CASAS; COM A CABEÇA PESADA, DOENDO A CONSCIÊNCIA, AO LEMBRAR, QUE EM GRANDE PARTE DESSE BRASIL, EXISTEM FAMÍLIAS, EM QUE, OS FILHOS BUSCAM O ALIMENTO NOS LIXÕES. . .

VEJA O QUE DISSE UM "REPRESENTANTE DO POVO" NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO PARANÁ:


CRÉDITO: http://www.youtube.com/watch?v=iuxg56ZDY90

“Quem aqui não tem caixa dois?”

Pergunta o deputado Jocelito Canto a seus pares.
Do plenário, ouvem-se gritos de protesto. E o Ministério Público, se fará ouvir?

NÃO É A TOA, QUE GRANDE PARTE DE PESSOAS DO POVO, SEMPRE OLHAM TODOS OS POLÍTICOS COM UM CERTO AR DE DESCONFIANÇA!!  E ISSO É MUITO NATURAL!! E TÃO NATURAL, ASSIM COMO TODOS OS POLÍTICOS AFIRMAM SEREM HONESTOS.

MUITOS DENTRE O POVO PERGUNTAM-SE A SI MESMOS QUANDO AVISTAM UM POLÍTICO:  "--Será que esse é honesto ?!"

ACHO QUE A RESPOSTA PARA ESSE BRASIL, ESTÁ COMO NA MANIFESTAÇÃO REALIZADA NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - EM CURITIBA - PR;  POR ESTUDANTES E TRABALHADORES; REIVINDICANDO SEREM RECEBIDOS PELO PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA - NELSON JUSTUS:

segunda-feira, 12 de abril de 2010

PARA VISUALIZAR MELHOR AS FOTOGRAFIAS CLIC COM O MOUSE SOBRE ELAS. E PARA RETORNAR NOVAMENTE PARA A PÁGINA DO BLOG ONDE ESTAVA  ANTES DE CLICAR NAS FOTOS PARA AMPLIAR; BASTA CLICAR NA SETA EM COR AZUL LOCALIZADA NO CANTO SUPERIOR ESQUERDO DA TELA DO SEU MONITOR.

D E N Ú N C I A - AS ÁRVORES DE CIDADE GAÚCHA - PR, PEDEM SOCORRO.

ARTIGO REPUBLICADO DIA 26 DE ABRIL DE 2010 - ÀS 02:40 HORA POR SOLICITAÇÃO EM NOTIFICAÇÃO EXTRAJUDICIAL.



NÃO MATARÁS.

(ÊXODO 20,13).

"Deus tem em seu poder a alma de todo ser vivo, e o espírito de todo homem carnal" ( Jó 12,10).

AS ÁRVORES EM CIDADE GAÚCHA – NOROESTE DO ESTADO DO PARANÁ, PEDEM SOCORRO. . .

12 ÁRVORES FORAM ASSASSINADAS E OUTRAS 02 ÁRVORES SOFRERAM DRÁSTICAS MUTILAÇÕES, FORAM DECEPADAS – TODAS SIBIPIRUNAS. O CRIME ACONTECEU ENTRE OS DIAS 05 A 09 DE ABRIL PASSADO, AO LADO DE UMA RESIDÊNCIA NO CRUZAMENTO DA AVENIDA OLINTO CARDOSO DE LUCENA, COM A RUA LUIZ ANTÔNIO DE MORAES – EM CIDADE GAÚCHA – NOROESTE DO ESTADO DO PARANÁ.

14 ÁRVORES AO TODO FORAM ASSASSINADAS...
Estes fatos devem ser apurados ao rigor das Leis, sob pena moral dos Poderes Públicos Constituídos perderem o crédito perante a nossa Comunidade Gaúchense (se assim não ocorrer à apuração dos fatos), Pessoalmente, acredito que o Poder Judiciário irá trabalhar com a mesma e costumeira Excelência em seus trabalhos prestados a nossa Comunidade, em especial, nas formas de defesa e promoção da vida; através da Justiça. Por outro lado, como Eu já tenho me manifestado em tantas outras questões sociais e essenciais ao nosso povo; não creio que os Poderes - Legislativo e Executivo - irão dar muito crédito a tal fato; se bem, que, é o dever primordial destes poderes – ZELAR PELO BEM PÙBLICO.

Tenho sido abordado nas ruas e em meu próprio Lar; bem como recebido dezenas de ligações telefônicas reclamando sobre Tal Crime Ambiental ocorrido. Pessoas da comunidade, amigos e amigas, pessoas idosas, entre outras; que, assim como eu realizam suas caminhadas diárias, ou transitam no decorrer do dia-a-dia por estas vias públicas; ao lado de onde os fatos aconteceram.


É REALMENTE LASTIMÁVEL O QUE OCORREU. PROMOVERAM ATRAVÉS DESTES ATOS, UM ATENTADO CONTRA O MEIO AMBIENTE URBANO, CONTRA AS NOSSAS ÁRVORES, E CONTRA TODOS OS SERES VIVOS QUE REALIZAVAM AS SUAS SIMBIOSES (RELAÇÕES) COM ESTAS ÁRVORES, QUE ALI VIVIAM JÁ HÁ MAIS DE 20 ANOS.


São inacreditáveis os motivos apresentado pela moradora do domicílio residencial, para que as árvores fossem cortadas. Como já se tornou comum, para o benefício de alguns, as nossas árvores não mereciam e não merecem tais tipos de tratamentos, aos quais, já há alguns anos vem sofrendo. Quando digo “As nossas árvores” é porque elas são públicas, não tem dono; são de todos nós: daqueles que por aqui passaram, dos que aqui estão e de todos os seres vivos que por aqui irão passar; e que elas, ainda por longos anos, iriam beneficiar. Para aqueles que acham que as árvores incomodam – seria interessante que cultivem em suas próprias residências, salas e escritórios em seus locais de trabalho; árvores mortas – daquelas feitas de plásticos.


Até o momento, pelo o que Eu pude apurar em tal Crime Ambiental, estão envolvidos os seguintes Órgãos Públicos e as seguintes pessoas:

1) - Prefeitura Municipal de Cidade Gaúcha:
Cujo Órgão deve Normatizar, regrar, zelar, fiscalizar e fazer cumprir as Leis específicas relacionadas ao Meio Ambiente Urbano, em consonância com as demais Legislações pertinentes; inclusive, elaborar o Plano Municipal de Arborização Pública; cumprindo as exigências de Órgãos Governamentais Estadual e Federal.

2) - EMATER – PARANÁ – Escritório de Cidade Gaúcha – PR:
Órgão Governamental, onde foi elaborada e expedida a AUTORIZAÇÂO destinada para a realização de PODAS. A Autorização não foi assinada pelo Engenheiro Agrônomo Responsável – SENHOR José Jaime de Lima; COMO DEVE SER DE COSTUME, bem como nas seguintes formas: após o Requerimento de processo apropriado de solicitação para podas, avaliações in loco das árvores, estudos e análises necessárias, diagnósticos; culminando na expedição do Documento de Autorização, inclusive contendo as recomendações e comprometimentos legais firmados entre as partes. Deve ser apurado quem foi que assinou pelo Engenheiro Agrônomo José Jaime de Lima.

3) - O Casal de solicitantes da poda das árvores. 


4) - O Senhor conhecido pelo apelido de “Nico Lenheiro”:
Este Senhor, o qual, como é de costume, realiza os cortes e podas de árvores no ambiente urbano em Cidade Gaúcha – cujos serviços são “remunerados” com as madeiras das árvores as quais o mesmo efetua o corte; foi quem realizou o corte de 12 árvores e a decepação de outras 02 árvores do local.

Amontoado de lenhas das árvores cortadas – aproximadamente 70 metros cúbicos de madeira foram retirados.


Vista da extensão de madeiras empilhadas ao longo da extensão da residência. Aproximadamente 30 metros cúbicos de madeira ainda para serem retiradas (no momento do registro da foto).
Madeiras empilhadas ainda por serem retiradas do local.

Vista do que sobrou de 02 árvores, decepadas na base dos galhos dos troncos principais das árvores.
Vista do que sobrou de 02 árvores, decepadas na base dos galhos dos troncos principais das árvores

Registro de medição do diâmetro do tronco de árvore cortada – 90 centímetros.


A Autorização para a poda de 12 árvores, não possui timbre Oficial, não especifica bases legais, não possui Decreto ou Portaria, ou carimbo que autoriza a Assinatura na Emissão do documento; nem os Comprometimentos Legais; não especifica de forma detalhada o Processo próprio; as condições exatas das árvores e quais os riscos que as árvores oferecem à residência.

ESCLARECIMENTOS PARA APURAÇÃO DOS FATOS:

Durante a semana de 05 a 09 de abril de 2010, em que foram efetuadas as operações criminosas de corte e decepação das árvores; recebi vários telefonemas, os quais reclamavam sobre o fato e os crimes realizados. Passei a indagar o Engenheiro Agrônomo – Senhor José Jaime de Lima – Chefe do Escritório da EMATER – PARANÀ, no Escritório em Cidade Gaúcha; o qual é o responsável pelo Processo que autoriza o corte ou podas de árvores em Cidade Gaúcha.

Quanto aos fatos, o Senhor Jaime expôs via contatos telefônicos; e no dia 08 de abril, procurou-me de forma pessoal na Secretaria Municipal de Saúde, onde Eu trabalho – na Vigilância Sanitária e Ambiental; para relatar e explicar-me, que, não autorizou nenhuma forma de corte; e que também, não foi encontrado nenhum documento expedido por Ele – naquele Órgão, autorizando o corte das árvores; e que, talvez, existiria alguma forma de autorização para a poda de 02 (duas) árvores, cujas árvores, alguns poucos galhos estavam atingindo a rede da fiação elétrica; porém, a cópia e ou registro da autorização da poda das duas árvores não foi encontrada naquele Escritório da EMATER.

Na manhã do dia 09 de abril passado; dirigi-me ao local dos fatos e lá encontrei o Senhor “Nico Lenheiro” realizando o carregamento da lenha das árvores, em seu caminhão, auxiliado por outros dois funcionários. Indaguei ao Senhor Nico, sobre qual forma de autorização, Ele havia cortado as árvores naquele local. O mesmo me respondeu, que, “a Dona da casa havia mandado Ele cortar as árvores”. Indaguei-o novamente, se Ele havia lido a Autorização para o corte das árvores. O Senhor Nico disse-me: ”Não li a Autorização; mas, a Dona da Casa disse que tem a autorização e pegou a autorização com o Jaime”.

Por fim, dirigi-me até à residência da Senhora que mandou cortar as árvores, e indaguei a mesma, se Ela possuía a Autorização para o corte das árvores. A referida Senhora, mostrou-me a Autorização, na qual, autoriza apenas a poda de 12 árvores na Rua Luiz Antônio de Moraes em frente a sua residência. Então, expliquei a Ela, que a autorização era apenas para a poda de 12 árvores; porém, apenas na Rua Luiz Antônio de Moraes; na qual não havia 12, mas sim apenas 3 árvores; e que a Autorização, não refere-se ao corte de outras 11 onze árvores na Avenida Olinto Cardoso de Lucena.

Também indaguei à referida Senhora, por qual motivo, ao invés de pedir ao Senhor Nico Lenheiro para podar as árvores; Ela pediu para Ele cortar todas as árvores ?

A referida Senhora, explicou-me que era devido ao fato de que, quando chovia, os galhos das árvores caiam sobre a rede de alarme e disparavam, e não dava sossego, e perturbava bastante o casal.

Então, expliquei a Ela, que “as árvores não têm nada a ver com o alarme de sua residência, pois; a Senhora mudou-se para a sua residência a pouquíssimo tempo; entretanto, estas nossas árvores beneficiam o nosso povo há muitos anos. Tanto a Senhora, como o Nico Lenheiro agiram errado; pois, a Autorização era apenas para a poda e não para o corte das árvores. As árvores já possuíam bem mais de 20 anos de vida; além de serem públicas e serem de todos os moradores do município. Dezenas de pessoas que fazem trânsito pelo local estão reclamando do fato e da irresponsabilidade de terem matado as nossas árvores...”

Ao final, pedi para a referida Senhora, se eu poderia fotografar a Autorização que Ela tinha em seu poder, e a referida Senhora respondeu-me que sim, que Eu poderia fotografar. Após fotografar a Autorização, Eu ainda expliquei a Ela, que o fato mais estranho, era que, apesar do Senhor Jaime dizer-me pessoalmente não ter expedido a autorização; Ela estava com a autorização para a poda das árvores em suas mãos. Então, a referida Senhora explicou-me que o Senhor Jaime esteve pessoalmente no local e autorizou o corte das árvores; e que Ela já havia encomendado novas mudas. Encerrando, expliquei a Ela, que as novas mudas não justificam o crime; pois, até para plantar novas mudas tem que haver o Plano Municipal de Arborização Pública; mas, a Prefeitura Municipal ainda não possui o Plano, está em atraso já há 5 anos. Também, os fins não justificam os meios, vamos ter que apurar estes fatos.

CONSIDERAÇÕES E REFLEXÕES:
Não há o que ser considerado, nem há forma de tratar-se com o devido respeito, certas autoridades ou agentes públicos; quando aqueles que devem zelar pelo Bem Público não o fazem, ainda que, sendo tais pessoas públicas muito bem remuneradas, e até mais do que merecem; pois, não desempenham como zelo e responsabilidade os seus deveres.

Há que acabar essa falta de vergonha e com os maus atos da vida pública relacionados ao meio ambiente. Há que se ter responsabilidades para com a vida, para o que provê e mantêm a vida. Se alguns entre nós pensam que “são muito ou podem muito”; digo-lhes: -- Nós não temos e não iremos ter mais pessoas humanas e públicas que entendem serem reis e irresponsáveis em meio a nossa comunidade, já tão sofrida, esquecida; sem esperanças; que caminham em nossas vias públicas – vias públicas maltrapilhas, sujas e imundas – verdadeiras lixeiras. Uma cidade infestada de prostíbulos, entre outros vários problemas ambientais e sociais, tão conhecidos de todos nós.

Eu não permitirei, e muitos não irão permitir mais os abusos cometidos contra as nossas árvores. Não se ataca e não se mata quem não pode defender-se.

Isso é covardia e terrorismo contra a natureza, contra vida, contra o povo de nossa Cidade e contra DEUS.

E se achar que a farra é boa, que o desleixo não será punido; e que, o que vale é o “pão e o circo” igual na antiguidade. Digo-lhes: --- ACORDEM!!! Regrem as suas condutas como pessoas públicas!! Todos estão ganhando muito bem, e poucos, poucos, estão trabalhando como devem; dá para serem contados nos dedos das duas mãos. Poucos ganham em um mês, os salários que muitos trabalham um ano todo para ganhar.

Senhores Vereadores, Prefeito, Vice prefeito e responsáveis pelos fatos – arregacem as mangas e dêem um jeito – a casa está imunda e precisa ser limpa e organizada. DEIXEM AS NOSSAS ÁRVORES VIVEREM. Já bastam as permissões do festival de pendurar lixos em pregos fincados em árvores, em toda a cidade; e o Sistema de Coleta Pública de Lixo aceita e passa recolhendo em toda a cidade – inclusive em Órgãos Públicos.

O NOSSO POVO ESTÁ PADECENDO. A VIDA PEDE RESPEITO. DÊEM RESPEITO À VIDA. É PRECISO E NECESSÁRIO DE FORMA URGENTE QUE A NOSSA POPULAÇÃO SE MOBILIZE CONTRA TAIS TIPOS DE CRIMES AMBIENTAIS - COM A PALAVRA A POPULAÇÃO E AS AUTORIDADES PÚBLICAS. PRECISAMOS DE SOCORRO URGENTE. . .

EM BREVE ESTAREI POSTANDO ARTIGO COM DOCUMENTOS SOBRE DOIS PEDIDOS DE PROVIDÊNCIAS FEITOS HÁ TRÊS ANOS AO MINISTÉRIO PÚBLICO LOCAL – CIDADE GAÚCHA – SOBRE DENÚNCIAS DE CRIMES AMBIENTAIS SEMELHANTES AO CRIME ACIMA RELATADO.

AGUARDEM EM DETALHES.

SAIBA MAIS SOBRE AS NOSSAS ÁRVORES SIBIPIRUNA E A IMPORTÂNCIA PARA O MEIO AMBIENTE URBANO:


Nome científico: Caesalpinia peltophoroides
Nomes populares: sibipira, coração-de-negro
Origem: Brasil
Família: Leguminosas
Luminosidade: Sol pleno
Porte: atinge até 18 metros de altura
Clima: adapta-se muito bem ao clima sub-tropical e tropical.
Copa: arredondada, pode chegar a 15 metros de diâmetro
Propagação: Sementes
Solo: não é muito exigente, mas prefere o ligeiramente ácido


Originária do Brasil, especificamente da Mata Atlântica, a sibipiruna é uma espécie da Família das Leguminosas e atinge altura máxima em torno de 18 metros. Esta espécie de árvore, que costuma viver por mais de um século, é muito confundida com o pau-brasil e o pau-ferro, pela semelhança da folhagem. A sibipiruna perde parcialmente suas folhas no inverno e a floração ocorre de setembro a novembro, com as flores amarelas dispostas em cachos cônicos e eretos. Os frutos, que surgem após a floração, são de cor bege-claro, achatados, medem cerca de 3 cm de comprimento e permanecem na árvore até março. A árvore é muito utilizada no paisagismo urbano em geral, sendo também indicada para projetos de reflorestamento pelo seu rápido crescimento e grande poder germinativo. A floração da espécie ocorre geralmente 8 anos após o plantio e cada exemplar, cultivado em condições adequadas, pode viver por mais de 100 anos. É de extrema importância ao meio ambiente urbanos, em projetos paisagísticos; no controle e abrigo de aves em recintos urbanos, na produção do oxigênio e no seqüestro e fixação do carbono.



NÃO MATARÁS
(ÊXODO 20,13).

"Deus tem em seu poder a alma de todo ser vivo, e o espírito de todo homem carnal" ( Jó 12,10).

Deus nos deixou algumas regras entregues à Moisés, sinais para seguirmos. As regras, as leis existem para facilitar a nossa vida. Quais são essas leis?

OS DEZ MANDAMENTOS

OS DEZ MANDAMENTOS são normas para conduta humana. São prescrições morais resumidos em dez itens. Os mandamentos são força libertadora, ao invés de ser coisa que aprisiona. Na medida em que você tem um indicador para seguir, você evita cometer erros que o afastam do plano de Deus. O que Deus manda, torna-o possível pela Sua graça.

OS DEZ MANDAMENTOS descrevem as exigências do amor de Deus e do próximo: Os três primeiros se referem aos deveres do homem para com Deus, e pode ser resumido em "Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo o entendimento" (Mt 22,37). Os outros sete mandamentos se referem ao amor ao próximo. E foi resumido assim: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mc 12,31).

Os Dez Mandamentos não visam somente o melhoramento do comportamento individual, mas querem atingir a situação do povo, para ser um povo livre e fraterno. Os Dez Mandamentos são a Constituição do Povo de Deus, em vista de uma sociedade justa e igualitária.

Para entender todo o sentido dos Dez Mandamentos é fundamental ver como Jesus observou e explicou a Lei. Jesus não veio tirar ou modificar os mandamentos, mas dar-lhe sentido pleno. Prometeu também: " Quem praticar os mandamentos e os ensinar, será considerado grande no Reino do Céu" (Mt 5, 17-20).

SOLICITAÇÃO AOS LEITORES:

Estarei encaminhando este artigo a vários Órgãos Públicos governamentais e não governamentais, Autarquias; aos que trabalham e exercem os seus trabalhos relacionados como meio ambiente e em promoção e defesa da vida ambiental; Instituições Religiosas, bem como aos Senadores da República, Deputados Federais, Deputados Estaduais, Secretarias do Governo do Estado, Governo Federal e seus Ministérios; bem como a centenas de amigos militantes com a causa ambiental, e a imprensa em geral.


As nossas árvores não podem e não vão ser mortas em troca de interesses esdrúxulos.


SOLICITO AOS LEITORES QUE QUEIRAM, POR GENTILEZA, ENCAMINHEM E DIVULGUEM ESSE ARTIGO ATRAVÉS DE MENSAGENS ELETRÔNICAS E SITES DE RELACIONAMENTOS. – PRECISAMOS DE AJUDA – UM MAIS UM É SEMPRE MAIS QUE DOIS. ESTAREI ENVIANDO E-MAIL, POR GENTILEZA, PEÇO QUE REPASSEM E ENCAMINHEM A AMIGOS, CONHECIDOS, ÓRGÃOS DE GOVERNOS ENTRE OUTROS, TANTO QUANTO SEJA POSSÍVEL.


AGRADEÇO DE CORAÇÃO.


Este artigo de DENÙNCIA é de pensamento e sentimentos com base em minha Doutrina Cristã.


Este artigo de indignação e repúdio é de minha autoria e não tem caráter político partidário. EU NÃO SOU FILIADO A NENHUM PARTIDO POLÍTICO, NEM DESEMPENHO FUNÇÃO POLÍTICA NO MUNICÍPIO DE CIDADE GAÚCHA – PARANÁ.

Val Minillo. – João Roberval Minillo
RG 10.336.879–6 - SSP / SP.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

07 DE ABRIL - DIA MUNDIAL DA SAÚDE


DIA MUNDIAL DA SAÚDE

ESTE ARTIGO RELACIONADO AO DIA MUNDIAL DA SAÚDE É UMA SINGELA E CARINHOSA HOMENAGEM A TODAS AS PESSOAS CITADAS AO FINAL DESTE ARTIGO; E É TAMBÉM UMA HOMENAGEM AO NOSSO SUS - SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE, E A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM PARA O SUCESSO DESTE SISTEMA DE SAÚDE; O QUAL, DE VÁRIAS FORMAS, FAZ PARTE NA VIDA DIÁRIA  E BENEFICIA A TODOS NÓS BRASILEIROS. 
O SUS É O SISTEMA DE SAÚDE MAIS COMPLETO QUE EXISTE NO MUNDO, E ESTÁ SENDO COPIADO PELO GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS PARA SER IMPLANTADO NAQUELE PAÍS.

Desde que acordamos, já no primeiro copo de água que tomamos após o nosso repouso; o SUS está presente e já começa a fazer parte do nosso dia-a-dia.

Sim!! Pois, a qualidade da água, esse bem essencial e recurso natural, faz parte das ações governamentais do SUS. Se após acordarmos, e iniciarmos o nosso dia, mesmo num sábado; por exemplo, ao irmos ao supermercado para realizarmos a compra dos itens básicos para uso em nossos lares durante a semana ou durante o mês; também, durante as compras estaremos utilizando o SUS.  É que as formas de fiscalizações e regulamentações que fazem parte na qualidade de todos os produtos existentes no supermercado; são partes de ações governamentais que também compõem  as ações e políticas públicas de saúde do SUS.

Durante grande parte do nosso dia estaremos sendo assistidos pelo SUS, esse amplo Sistema de Saúde.

O SUS, não significa apenas as formas de prestação de serviços e de ações em saúde somente em hospitais e postos de saúde públicos. O SUS atende desde as classes sociais menos favorecidas, até as classes sociais mais elevadas, ou seja - assiste também a classe rica e aos milionários em nosso país.

Para saber mais, leia também a matéria a respeito do SUS, logo abaixo.  
     
 
Bandeira da OMS - Organização Mundial da Saúde 
O Dia Mundial da Saúde, comemorado no dia 7 de Abril desde 1950, celebra a criação da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1948. Em cada ano, a OMS aproveita a ocasião para fomentar a consciência sobre alguns temas chave relacionados com a saúde mundial. Neste sentido, organiza eventos a nível internacional, regional e local para promover o tema escolhido em matéria de saúde.
O Dia Mundial da Saúde 2010, comemorado a 7 de Abril, tem como tema urbanização e saúde.
"1000 Cidades, 1000 vidas" é o tema escolhido pela OMS.

O Dia Mundial da Saúde 2010 incidirá sobre urbanização e saúde. Com a campanha "1000 cidades - 1000 vidas" serão organizados eventos em todo o mundo, durante a semana de 7 a 11 de abril de 2010, convidando as cidades a disponibilizar espaços para atividades de saúde.
Os desafios relacionados ao tema incluem o acesso à água tratada, o tabagismo, o uso abusivo de álcool, o sedentarismo e os riscos associados a surtos de doenças.

A OMS alerta que as pessoas pobres que vivem em áreas urbanas sofrem de forma desproporcional de um amplo número de problemas de saúde, por estarem mais expostas a altos índices de violência, doenças crônicas e doenças infecciosas como a tuberculose e a aids.

Os fatores sociais considerados determinantes no cenário da urbanização, de acordo com o órgão, não se restringem apenas ao ramo da saúde, mas também envolvem infraestrutura, governança local, distribuição de renda e oportunidades em educação.

O planejamento urbano, segundo a OMS, é capaz de promover comportamentos saudáveis por meio de investimentos no transporte ativo (bicicletas e outros veículos não motorizados), na prática de atividade física, no controle do tabaco, na segurança alimentar e no saneamento básico.

"Tais medidas não requerem, necessariamente, fundos adicionais, mas o compromisso de redirecionar os investimentos para intervenções prioritárias", concluiu o órgão.

A expectativa da campanha "Mil Cidades, Mil Vidas" é de que, até domingo sejam inaugurados espaços de saúde por meio de atividades em parques, mutirões de limpeza e fechamento parcial de avenidas para veículos motorizados.

A OMS planeja recolher ainda mil histórias dos chamados "campeões de saúde pública" - pessoas que, de alguma forma, tiveram impacto significativo na saúde das cidades onde vivem. Os vídeos podem ser postados em seção especial no site Youtube.


Saúde


A definição de saúde possui implicações legais, sociais e econômicas dos estados de saúde e doença; sem dúvida, a definição mais difundida é a encontrada no preâmbulo da Constituição da Organização Mundial da Saúde: saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças.


Definições


Quando a Organização Mundial da Saúde foi criada, pouco após o fim da Segunda Guerra Mundial, havia uma preocupação em traçar uma definição positiva de saúde, que incluiria fatores como alimentação, atividade física, acesso ao sistema de saúde e etc. O "bem-estar social" da definição veio de uma preocupação com a devastação causada pela guerra, assim como de um otimismo em relação à paz mundial — a Guerra Fria ainda não tinha começado. A OMS foi ainda a primeira organização internacional de saúde a considerar-se responsável pela saúde mental, e não apenas pela saúde do corpo.

A definição adotada pela OMS tem sido alvo de inúmeras críticas desde então. Definir a saúde como um estado de completo bem-estar faz com que a saúde seja algo ideal, inatingível, e assim a definição não pode ser usada como meta pelos serviços de saúde. Alguns afirmam ainda que a definição teria possibilitado uma medicalização da existência humana, assim como abusos por parte do Estado a título de promoção de saúde.

Por outro lado, a definição utópica de saúde é útil como um horizonte para os serviços de saúde por estimular a priorização das ações. A definição pouco restritiva dá liberdade necessária para ações em todos os níveis da organização social.

Christopher Boorse definiu em 1977 a saúde como a simples ausência de doença; pretendia apresentar uma definição "naturalista". Em 1981, Leon Kass questionou que o bem-estar mental fosse parte do campo da saúde; sua definição de saúde foi: "o bem-funcionar de um organismo como um todo", ou ainda "uma actividade do organismo vivo de acordo com suas excelências específicas." Lennart Nordenfelt definiu em 2001 a saúde como um estado físico e mental em que é possível alcançar todas as metas vitais, dadas as circunstâncias.

As definições acima têm seus méritos, mas provavelmente a segunda definição mais citada também é da OMS, mais especificamente do Escritório Regional Europeu: A medida em que um indivíduo ou grupo é capaz, por um lado, de realizar aspirações e satisfazer necessidades e, por outro, de lidar com o meio ambiente. A saúde é, portanto, vista como um recurso para a vida diária, não o objetivo dela; abranger os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas, é um conceito positivo.

Essa visão funcional da saúde interessa muito aos profissionais de saúde pública, incluindo-se aí os médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e os engenheiros sanitaristas, e de atenção primária à saúde, pois pode ser usada de forma a melhorar a eqüidade dos serviços de saúde e de saneamento básico, ou seja prover cuidados de acordo com as necessidades de cada indivíduo ou grupo.


Determinantes da saúde:


A percepção de saúde varia muito entre as diferentes culturas, assim quanto as crenças sobre o que traz ou retira a saúde. A OMS define ainda a Engenharia sanitária como sendo um conjunto de tecnologias que promovem o bem-estar físico, mental e social. Sabe-se que sem o saneamento básico (sistemas de água, de esgotos sanitários e de limpeza urbana) a saúde pública fica completamente prejudicada.

A OMS reconhece ainda que a cada unidade monetária (dólar, euro, real, etc.) dispendida em saneamento economiza-se cerca de quatro a cinco unidades em sistemas de saúde (postos, hospitais, tratamentos,etc.) e que cerca de 80% das doenças mundiais são causadas por falta de água potável suficiente para atender as populações.
                                    
S U S

Sistema Único de Saúde
O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado pela Constituição Federal de 1988 para que toda a população brasileira tenha acesso ao atendimento público de saúde. Anteriormente, a assistência médica estava a cargo do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS), ficando restrita aos empregados que contribuíssem com a previdência social; os demais eram atendidos apenas em serviços filantrópicos. Do Sistema Único de Saúde fazem parte os centros e postos de saúde, hospitais - incluindo os universitários, laboratórios, hemocentros (bancos de sangue), os serviços de Vigilância Sanitária, Vigilância Epidemiológica, Vigilância Ambiental, além de fundações e institutos de pesquisa, como a FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz e o Instituto Vital Brazil.

História
Antes do advento do Sistema Único de Saúde (SUS), a atuação do Ministério da Saúde se resumia às atividades de promoção de saúde e prevenção de doenças (por exemplo, vacinação), realizadas em caráter universal, e à assistência médico-hospitalar para poucas doenças; servia aos indigentes, ou seja, a quem não tinha acesso ao atendimento pelo Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social. O INAMPS foi criado pelo regime militar em 1974 pelo desmembramento do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), que hoje é o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS); era uma autarquia filiada ao Ministério da Previdência e Assistência Social (hoje Ministério da Previdência Social), e tinha a finalidade de prestar atendimento médico aos que contribuíam com a previdência social, ou seja, aos empregados de carteira assinada. O INAMPS dispunha de estabelecimentos próprios, mas a maior parte do atendimento era realizado pela iniciativa privada; os convênios estabeleciam a remuneração por procedimento.

O movimento da Reforma Sanitária nasceu no meio acadêmico no início da década de 70 como forma de oposição técnica e política ao regime militar, sendo abraçado por outros setores da sociedade e pelo partido de oposição da época — o Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Em meados da década de 70 ocorreu uma crise do financiamento da previdência social, com repercussões no INAMPS. Em 1979 o general João Baptista Figueiredo assumiu a presidência com a promessa de abertura política, e de fato a Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados promoveu, no período de 9 a 11 de outubro de 1979, o I Simpósio sobre Política Nacional de Saúde, que contou com participação de muitos dos integrantes do movimento e chegou a conclusões altamente favoráveis ao mesmo; ao longo da década de 80 o INAMPS passaria por sucessivas mudanças com universalização progressiva do atendimento, já numa transição com o SUS.

A 8ª Conferência Nacional de Saúde foi um marco na história do SUS por vários motivos. Foi aberta em 17 de março de 1986 por José Sarney, o primeiro presidente civil após a ditadura, e foi a primeira CNS a ser aberta à sociedade; além disso, foi importante na propagação do movimento da Reforma Sanitária. A 8ª CNS resultou na implantação do Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde (SUDS), um convênio entre o INAMPS e os governos estaduais, mas o mais importante foi ter formado as bases para a seção "Da Saúde" da Constituição brasileira de 5 de outubro de 1988. A Constituição de 1988 foi um marco na história da saúde pública brasileira, ao definir a saúde como "direito de todos e dever do Estado". A implantação do SUS foi realizada de forma gradual: primeiro veio o SUDS; depois, a incorporação do INAMPS ao Ministério da Saúde (Decreto nº 99.060, de 7 de março de 1990); e por fim a Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990) fundou o SUS. Em poucos meses foi lançada a Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, que imprimiu ao SUS uma de suas principais características: o controle social, ou seja, a participação dos usuários (população) na gestão do serviço. O INAMPS só foi extinto em 27 de julho de 1993 pela Lei nº 8.689.

 
PARA SABER MAIS SOBRE O SUS - CLIC NO LINK ABAIXO SOBRE O SUS NA ENCICLOPÉDIA LIVRE WIKIPÉDIA:
 
HOMENAGENS:

Dedico de coração e com muito carinho esta postagem sobre o Dia Mundial da Saúde, como forma de homenagem ao nosso Gestor em Saúde Pública – Senhor Antonio Ciríaco – Secretário Municipal de Saúde de Cidade Gaúcha – Paraná; ao Senhor Otávio Carvalho de Souza – Diretor da 13ª Regional de Saúde, em Cianorte – Paraná; e a Querida Amiga Vera Lúcia Viana Leite; e aos Amigos(as) que fazem parte da Vigilância Sanitária da 13ª Regional de Saúde. Com o mesmo carinho, estendo também de forma especial esta homenagem a todos os profissionais de saúde que fazem parte e que compõem em todos os âmbitos a nossa Secretaria Municipal de Saúde em Cidade Gaúcha;  a 13ª Regional de Saúde em Cianorte – PR; bem como à todas Vigilâncias Sanitárias integradas à 13ª Regional de Saúde. 

DEUS ABENÇOE A TODOS COM SAÚDE PLENA. 
 

domingo, 4 de abril de 2010

PÁSCOA

FELIZ  PÁSCOA!!

"Eu sou a luz, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai, senão por mim"
Jesus Cristo.

Páscoa

A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.

Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.

A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.

A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos* (ver abaixo o significado *). O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.

Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII.

A Origem da Palavra

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pessach, cujo significado é passagem. E páscoa é muito importante para os cristãos pois celebra a ressurreição de Cristo.

Páscoa no Judaísmo

Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus lançou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo cap 12), disse Deus que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e Deus passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.

A Bíblia judaica institui a celebração da Páscoa em Êxodo 12, 14: Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra do Senhor: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua.


Os eventos da Páscoa Cristã na cronologia judaica.

Páscoa e o Pessach são eventos diferentes que não devem ser confundidos. O nome de Páscoa, que seria a tradução do original de Pessach, adotado para os eventos da Páscoa cristã causa certa confusão. O nome foi adotado visto que os novos Cristãos eram também descendentes de judeus inclusive o próprio Cristo, assim, era provável que a tradição fosse mantida. Eles adotaram este grande evento da religião judaica e posteriormente a Igreja católica o tornaria também como o maior de sua religião ao associar a morte e ressurreição de Jesus Cristo ao evento Pessach, isto é, a morte e ressurreição, de acordo com a cultura cristã, do primogênito de Deus.

Em hipótese, a morte de Cristo aconteceu em 14 de Nisã, dia do início de Pessach. A última ceia de Cristo teria sido um Seder de Pessach.

A pascoa é a festa instituida pelos Judeus em lembrança da morte dos primogênitos do Egito e da libertação dos Israelitas. O seu nome deriva de uma palavra hebraica que significa a passagem do anjo exterminador, sendo poupadas as habitações dos israelitas, cujas portas tinham sido aspergidas com o sangue do cordeiro pascal(Ex.12:11-27). Chama-se a "páscoa do Senhor", a "festa dos pães asmos"(Lv.23:6,Lc.22:1), os dias dos "pães asmos"(At.12:3,20:6). A palavra "pascoa" é aplicada não somente à festa no seu todo, mas também ao cordeiro pascal, e à refeição preparada para essa ocasião solene(Lc.22:7,1Co.5:7,Mt.26:18-19,Hb.11:28). Na sua instituição,a maneira de observar a pascoa era da seguinte forma: o mês da saida do Egito(nisã-abibe) devia ser o primeiro mês do ano sagrado ou eclesiástico; e no decimo-quarto dia desse mês,entre as tardes, isto é, entre a declinação do sol e o seu ocaso, deviam os israelitas matar o cordeiro pascal e abster-se de pão fermentado. No dia seguinte, o 15°, a contar desde as 6 hrs do dia anterior, principiava a grande festa da pascoa, que durava 7 dias; mas somente o 1° e o 7° dias eram particurlamente solenes. O cordeiro morto tinha que ser sem defeito, macho e do 1° ano. Quando não fosse encontrado o cordeiro, podiam os israelitas matar um cabrito.Naquela mesma noite devia ser comido o cordeiro, assado, com pão asmo, e uma salada de ervas armagas, não devendo, além disso, serem quebrados os ossos. Se alguma coisa ficava para o dia seguinte, era queimada. Os que comiam a páscoa precisavam estar na posição de viajantes, cingidos os lombos, tendo os pés calçados, com os cajados na mão, alimentando-se apressadamente. Durante os 8 dias da pascoa não se podia comer pão levedado, embora fosse permitido preparar a comida, sendo isto, contudo, proibido no sabado(Ex.12). A pascoa era uma das 3 festas em que todos os varões haviam de "aparecer diante do Senhor" (Ex.26:14-17). Era tão rigorosa a obrigação de guardar a pascoa, que todo aquele que a não cumprisse seria condenado a morte(Nm.9:13); mas aqueles que tinham qualquer impedimento légitimo, como jornada, doença ou impureza, tinha que adiar sua celebração até ao segundo mês do ano eclesiastico, o 14° dia do mês iyyar(abril e maio). Um paralelo desta situação por ser lido em IICr.30:2-3.

Evangelhos sinópticos

Os exegetas chamam evangelhos sinópticos aos de Mateus, Marcos e Lucas; desde que a exegese começou a ser aplicada à Bíblia ainda no século XVIII que os especialistas se aperceberam que, dos quatro evangelhos, os três primeiros apresentavam grandes semelhanças em si, de tal forma que se colocados em três grelhas paralelas - donde vem o nome sinóptico, do grego συν, "syn" («junto») e οψις, "opsis" («ver») -, os assuntos neles abordados correspondiam quase inteiramente. Por parecer que quase teriam ido beber as suas informações a uma mesma fonte, como os primeiros grandes exegetas eram alemães, designaram essa fonte por Q, abreviatura de Quelle, que significa precisamente «fonte» em alemão.

Os evangelhos sinóticos estão relacionados um com o outro segundo o seguinte esquema: se o conteúdo de cada evangelho é indexado em 100, então quando se compara esse resultado se obtém: Marcos tem 7 peculiaridades e 93 coincidências. Mateus tem 42 peculiaridades e 58 coincidências. Lucas tem 59 peculiaridades e 41 coincidências. Isso é, 13/14 (treze quatorze avos) de Marcos, 4/7 de Mateus e 2/5 de Lucas descrevem os mesmos eventos em linguagem similar.

O estilo de Lucas é mais polido do que o de Mateus e Marcos, com menos hebraismos. Lucas utiliza algumas palavras latinas (q.v. Lucas 7,41; 8,30; 11,33; 12,6 e 19,20), mas nada de termos em aramaico ou hebraico, exceto sikera, uma bebida estimulante da natureza do vinho, mas não processada de uvas (do hebraico shakar, "ele está intoxicado", Levítico 10,9), provavelmente vinho de palmeira. Esse Evangelho contém 28 referências distintas ao Antigo Testamento.

Quanto ao quarto evangelho, o de João, relata a história de Jesus de um modo substancialmente diferente, pelo que não se enquadra nos sinópticos.

Enquanto que os evangelhos sinópticos apresentam Jesus como uma personagem humana destacando-se dos comuns pelas suas acções milagrosas, já o Evangelho de João descreve um Jesus como um Messias com um carácter divino, que traz a redenção absoluta ao mundo.

FONTE:  http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa


domingo, 28 de março de 2010

JOANA D'ARC

JOANA D'ARC

A SANTA GUERREIRA DA FRANÇA

Imagem de Joana D’arc. Pintado entre 1450 e 1500 - Centro Histórico dos Arquivos Nacionais de Paris.


Joana D'Arc


Joana D'Arc (em francês Jeanne D'Arc) (Domrémy-la-Pucelle, 6 de janeiro 1412 — Ruão, 30 de maio 1431), por vezes chamada de donzela de Orléans, era filha de Jacques d'Arc e Isabelle Romée e é a santa padroeira da França e foi uma heroína da Guerra dos Cem Anos, durante a qual tomou partido pelos Armagnacs, na longa luta contra os borguinhões e seus aliados ingleses.


Descendente de camponeses, gente modesta e analfabeta, foi uma mártir francesa canonizada em 1920, quase cinco séculos depois de ter sido queimada viva.


Segundo a escritora Irène Kuhn, Joana D'Arc foi esquecida pela história até o século XIX, conhecido como o século do nacionalismo, o que pode confirmar as teorias de Ernest Gellner. Irène Kuhn escreveu: Foi apenas no século XIX que a França redescobriu esta personagem trágica.


Antes aos fatos relacionados, Shakespeare tratou-a como uma bruxa; Voltaire escreveu um poema satírico, ou pseudo-ensaio histórico, que a ridicularizava, intitulado «La Pucelle d´Orléans» ou «A Donzela de Orléans».


Depois da Revolução, o partido monárquico reavivou a lembrança da boa lorena, que jamais desistiu do retorno do rei.


Joana foi recuperada pelos profetas da «França eterna», em primeiro lugar o grande historiador romântico Jules Michelet. Com o romantismo, o alemão Schiller fez dela a heroína da sua peça de teatro "Die Jungfrau von Orléans", publicada em 1801.


Em 1870, quando a França foi derrotada pela Alemanha - que ocupou a Alsácia e a Lorena - "Jeanne, a pequena pastora de Domrémy, um pouco ingênua, tornou-se a heroína do sentimento nacional". Republicanos e nacionalistas exaltaram aquela que deu sua vida pela pátria.


Durante a primeira fase da Terceira República, no entanto, o culto a Joana d'Arc esteve associado à direita monarquista, da qual era um dos símbolos, como o rei Henrique IV, sendo mal vista pelos republicanos.


A Igreja Católica francesa propôs ao Papa Pio X sua beatificação, realizada em 1909, num período dominado pela exaltação da nação e ao ódio ao estrangeiro, principalmente Inglaterra e Alemanha.


O gesto do Papa inspirou-se no desejo de fazer a Igreja de França entrar em mais perfeito acordo com os dirigentes anticlericais da III República, mas só com a Primeira Guerra Mundial de 1914 a 1918, Joana deixa de ser uma heroína da Direita. Segundo Irène Kuhn, a partir daí os "postais patrióticos" mostram Jeanne à cabeça dos exércitos e monumentos seus aparecem como cogumelos por toda a França. O Parlamento francês estabelece uma festa nacional em sua honra no 2º domingo de maio.


Em 9 de maio de 1920, cerca de 500 anos depois de sua morte, Joana d'Arc foi definitivamente reabilitada, sendo canonizada pelo Papa Bento XV - era a Santa Joana d'Arc. A canonização traduzia o desejo da Santa Sé de estender pontes para a França republicana, laica e nacionalista. Em 1922 foi declarada padroeira de França. Joana d´Arc permanece como testemunha de milagres que pode realizar uma pessoa, ainda que animada apenas pela energia de suas convicções, mesmo adolescente, pastora e analfabeta, de modo que seu exemplo guarda um valor universal.

Os primeiros anos


Joana nasceu em Domrémy, na região de Lorena (ou Lorraine) na França. Posteriormente a cidade foi renomeada como Domrémy-la-Pucelle em sua homenagem (pucelle; donzela em português). A data de seu nascimento é imprecisa, de acordo com seu interrogatório em 24 de fevereiro de 1431, Joana teria dito que na época tinha 19 anos portanto teria provavelmente nascido em 1412. (Não se sabe a idade correta de Joana pois naquela época não se importavam com a idade exata, por isso o termo certo a usar seria "mais ou menos". Joana declarou uma vez que, quando perguntada sobre sua idade, "tenho 19 anos, mais ou menos).

Filha de Jacques d'Arc e Isabelle Romée, tinha mais quatro irmãos: Jacques, Catherine, Jean e Pierre, sendo ela a mais nova dos irmãos. Seu pai era agricultor e sua mãe lhe ensinou todos os afazeres de uma menina da época.


Sua mãe lhe ensinou as artes domésticas como fiar e costurar. Joana também era muito religiosa ia muito a igreja e frequentemente fugia do campo para ir orar na igreja de sua cidade.


Em seu julgamento Joana afirmou que desde os treze anos ouvia vozes divinas. Segundo ela, em seu julgamento, a primeira vez que escutou a voz, ela vinha da direção da igreja e acompanhada de claridade e uma sensação de medo. Dizia que às vezes não a entendia muito bem e que as ouvia duas ou três vezes por semana. Entre as mensagens que ela entendeu estavam conselhos para frequentar a igreja, que deveria ir a Paris e que deveria levantar o domínio que havia na cidade de Orléans. Posteriormente ela identificaria as vozes como sendo do arcanjo São Miguel, Santa Catarina de Alexandria e Santa Margarida.


Encontro com Carlos


Aos 16 anos, Joana foi a Vaucouleurs, cidade vizinha a Domrèmy. Recorreu a Robert de Baudricourt, capitão da guarnição armagnac estabelecida em Vaucouleurs para lhe ceder uma escolta até Chinon, onde estava o delfim, já que teria que atravessar todo o território hostil defendido pelos aliados ingleses e borguinhões. Quase um ano depois, Baudricourt aceitou enviá-la escoltada até o delfim. A escolta iniciou-se aproximadamente em 13 de fevereiro de 1429. Entre os seis homens que a acompanharam estavam Poulengy e Jean Nouillompont (conhecido como Jean de Metz). Jean esteve presente em todas as batalhas posteriores de Joana d'Arc.


Portando roupas masculinas até sua morte, Joana atravessou as terras dominadas por Borguinhões, chegando a Chinon, onde finalmente iria se encontrar com Carlos, após uma apresentação de uma carta enviada por Baudricourt. Chegando a Chinon, Joana já dispunha de uma grande popularidade, porém o delfim tinha ainda desconfianças sobre a moça. Decidiram passá-la por algumas provas. Segundo a lenda, com medo de apresentar o delfim diante de uma desconhecida que talvez pudesse matá-lo, eles decidiram ocultar Carlos em uma sala cheia de nobres ao recebê-la. Joana então teria reconhecido o rei disfarçado entre os nobres sem que jamais o tivesse visto antes. Joana teria ido até ao verdadeiro rei, curvado e dito: "Senhor, vim conduzir os seus exércitos à vitória".


Sozinha na presença do rei, ela o convenceu a lhe entregar um exército com o intuito de libertar Orléans. Porém, o rei ainda a fez passar por provas diante dos teólogos reais. As autoridades eclesiásticas em Poitiers submeteram-na a um interrogatório, averiguaram sua virgindade e suas intenções.


Convencido do discurso de Joana, o rei entrega-lhe às mãos uma espada, um estandarte e o comando das tropas francesas, para seguir rumo à libertação da cidade de Orléans, que havia sido invadida e tomada pelos ingleses havia oito meses.
Pintura romântica de Joana D'Arc na Batalha de Orléans. Jules Eugene Lenepveu (1819 - 1898).

Pintado 1886-1890. A pintura é uma representação altamente romantizada.



Joana D'Arc: a guerreira

Munida de uma bandeira branca, Joana chega a Orléans em 29 de abril de 1429. Comandando um exército de 4000 homens ela consegue a vitória sobre os invasores no dia 9 de maio de 1429. O episódio é conhecido como a Libertação de Orléans (e na França como a Siège d'Orléans). Os franceses já haviam tentado defender Orléans mas não obtiveram sucesso.


Existem histórias paralelas a esta que informam que a figura de Joana era diferente. Ela teria chegado para a batalha em um cavalo branco, armadura de aço, e segurando um estandarte com a cruz de Cristo, circunscrita com o nome de Jesus e Maria. Segundo esta outra versão, Joana apenas arrastada pelo fascínio sobrenatural de seus sonhos e proposta de missão a cumprir segundo a vontade divina e sem saber nada sobre arte de guerra comandou os soldados rudes, com ar angelical, na qual em sua presença ninguém se atrevia a dizer ou praticar inconveniências. Ela apresentava-se extremamente disciplinada.


Após a libertação de Orléans, os ingleses pensaram que os franceses iriam tentar reconquistar Paris ou a Normandia, e ao invés disto, Joana convenceu o Delfim a iniciar uma campanha sobre o rio Loire. Isso já era uma estratégia de Joana para conduzir o Delfim a Ruão.


Joana dirigiu-se a vários pontos fortificados sobre pontes do rio Loire. Em 11 e 12 de junho de 1429 venceu a batalha de Jargeau. No dia 15 de junho foi a vez da batalha de Meung-sur-Loire. A terceira vitória foi na batalha de Beaugency, nos dias 16 e 17 de junho do mesmo ano. Um dia após sua última vitória se dirigiu a Patay, onde sua participação foi pouca. A batalha de Patay, única batalha em campo aberto, já se desenrolava sem a presença de Joana.

                                        
Joana D'Arc é interrogada pelo Cardeal de Winchester na prisão Pintura de Paul Delaroche - 1824.



A Paixão de Joana D’Arc


Há pontos em comum entre a vida de Cristo e a da sua serva, Joana d'Arc: a vida "oculta"; a vida pública de curta duração; a traição em troca de dinheiro; o processo injusto e a morte.

A Paixão de Cristo foi o grande momento da sua vida terrena, a de Joana foi a realização de toda a sua vida, a expressão da sua santidade. Aliás, ao lermos todo o processo de condenação apercebemo-nos da sua verdadeira personalidade e da dimensão da sua fé. No momento da sua morte Joana grita bem forte o nome de Jesus.

Joana foi vendida aos ingleses por uma fortuna! Para eles tratava-se de mostrar que Joana era uma herética, que não era uma enviada de Deus e que a coroação de Carlos VII fora conduzida por uma bruxa, assim, ele não era o Rei legítimo de França e a coroa deveria ir para o Rei de Inglaterra Henri VI.

O processo conduzido por Pierre Cauchon (também ele comprado pelos ingleses) foi ilegal uma vez que não havia sequer elementos essenciais à sua abertura. Neste processo Joana porta-se como uma santa, cheia de bom senso, de algum humor também, responde com coragem e habilidade. Confunde o jurado com a sua fé e pureza.

Contrariamente à lei, Joana esteve encarcerada numa prisão sob o domínio dos ingleses. Gozaram dela, maltrataram-na e chantagearam-na. Nunca teve advogado e o seu apelo ao Papa que deveria suspender de imediato o processo não foi respeitado.

Joana foi queimada viva em 30 de maio de 1431, com apenas dezenove anos. A cerimônia de execução aconteceu na Praça do Velho Mercado (Place du Vieux Marché), às 9 horas, em Ruão.

Antes da execução ela se confessou com Jean Totmouille e Martin Ladvenu, que lhe administraram os sacramentos da Comunhão. Entrou, vestida de branco, na praça cheia de gente, e foi colocada na plataforma montada para sua execução. Após lerem o seu veredito, Joana foi queimada viva e morreu gritando o nome de Jesus. Suas cinzas foram jogadas no rio Sena, para que não se tornassem objeto de veneração pública. Era o fim da heroína francesa.
                                           A execução de Joana D'Arc. Pintura de Jules Lenepveu Eugene - 1819-1898.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Joana_d'Arc

Oração a Santa Joana d'Arc

Ó Santa Joana D'Arc, vós que, cumprindo a vontade de Deus, de espada em punho, vos lançastes à luta, por Deus e pela Pátria, ajudai-me a perceber, no meu íntimo, as inspirações de Deus. Com o auxílio da vossa espada, fazei recuar os meus inimigos que atentam contra a minha fé e contra as pessoas mais pobres e desvalidas que habitam nossa Pátria.
Santa Joana D'Arc, ajudai-me a vencer as dificuldades no lar, no emprego, no estudo e na vida diária. Ó Santa Joana D'Arc atenda ao meu pedido (pedido). E que nada me obrigue a recuar, quando estou com a razão e a verdade, nem opressões, nem ameaças, nem processos, nem mesmo a fogueira.

Santa Joana D'Arc, iluminai-me, guiai-me, fortalecei-me, defendei-me.
Amém.

ASSISTA AO TRAILER DO FILME - JOANA D'ARC - DE LUC BESSON.
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SAIBA MAIS SOBRE A SANTA JOANA D'ARCA

HISTÓRIA:



O JULGAMENTO:



O Julgamento de condenação de Joana D'Arc

O primeiro interrogatório público foi iniciado a 21 de Fevereiro de 1431, na Capela Real do Castelo de Rouen, pelo Bispo de Béarnais (Pierre Cauchon), assistido por quarenta e três assessores...


Clique no link abaixo para efetuar download do documento no qual consta a tradução dos seis interrogatórios públicos pelos quais Joana D'arc passou. (em PDF - 25 paginas / 140 kb)