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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Dia 19 de Abril - DIA DO ÍNDIO.

(REEDIÇÃO)


DIA 19 DE ABRIL  -  DIA  DO  ÍNDIO

Este Artigo em homenagem ao Dia do Índio, é uma homenagem ao Amigo Índio - Yanama Kuikuro - da Tribo dos Índios Kuikuros, da Aldeia Índígena do Parque do Xingu  - Mato Grosso.  

                                                                               
(Abaixo, alguns fragmentos de poesias premiadas de minha autoria, com motivos índígenas).

Para lembrarmos que já temos 510 anos,
Haveremos de recordar que quando aqui chegamos,
Nesta Terra Brasil encontramos
Seus naturais e verdadeiros donos.
Seres sensíveis, luzes e doces demais,
E em famílias e tribos nós os denominamos;
Erramos, pois eram mais, imensuravelmente muito mais,
Fraternos e solidários que nós, os próprios humanos.

Nós os nomeamos: Xavante, Aimoré, Tupi, Guarani,
Camaiurá, Yanomami e tantas outras famílias,
Que já se foram, se perderam, se renderam;
Que ainda resistem ou existem por aí.
Civilizamos, nem sabíamos que eles eram os espíritos dos pássaros,
Nem imaginamos que viriam: “Peri”, Araribóia, Juruna, e o Cacique Raoni
Que afagou o Papa na cabeça, na barriga e em seus abraços.

Tuas vestes têm a cor do teu olhar.
Teu porte físico é mais bonito que qualquer nação,
Pois que tu és mais forte, que juntos seriam:
Ulisses, Achiles, Spartacus, Bem – Hur e Sansão.

Eternamente lindo,
Eternamente índio.
Índio que voa, condor pássaro,
Guerreiro como nunca foi visto;
Índio Brasil, mestiço de Chico Mendes, Guevara e Cristo.

Índio beija-flor, colibri
Livre como antes – curumim.
Até índio professor, escritor e deputado;
Mas, chega de índio queimado
Humanamente decente,
Em atitudes, alma e espírito, verdadeiro irmão!
Chegará o dia do índio presidente;
Então, tu conhecerás, o que é ser Nação!!
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O Dia do Índio, 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto-lei 5540 de 1943, e relembra o dia, em 1940, no qual várias lideranças indígenas do continente resolveram participar do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México. Eles haviam boicotado os dias iniciais do evento, temendo que suas reivindicações não fossem ouvidas pelos "homens brancos". Durante este congresso foi criado o Instituto Indigenista Interamericano, também sediado no México, que tem como função zelar pelos direitos dos indígenas na América. O Brasil não aderiu imediatamente ao instituto, mas após a intervenção do Marechal Rondon apresentou sua adesão e instituiu o Dia do Índio no dia 19 de abril.

Em 1500, quando os portugueses chegaram ao Brasil, estimava-se que havia por aqui cerca de 6 milhões de índios.

Nos anos 50, segundo o antropólogo Darcy Ribeiro, a população indígena brasileira estava entre 68.000 e 100.000 habitantes.

Passados os tempos de matança, escravismo e catequização forçada, atualmente há cerca de 280.000 índios no Brasil.

Contando os que vivem em centros urbanos, a população indígena ultrapassa os 300.000. No total, quase 12% do território nacional pertence aos índios.

Quando os portugueses chegaram ao Brasil, havia em torno de 1.300 línguas indígenas. Atualmente existem apenas 180. O pior é que cerca de 35% dos 210 povos com culturas diferentes têm menos de 200 pessoas..

Hoje em dia, o que parecia impossível está acontecendo: o número de índios no Brasil e na Amazônia está aumentando cada vez mais. A taxa de crescimento da população indígena é de 3,5% ao ano, superando a média nacional, que é de 1,3%.

Em melhores condições de vida, alguns índios recuperaram a sua auto-estima, reintroduziram os antigos rituais e aprenderam novas técnicas, como pescar com anzol.

Muitos já voltaram para a mata fechada, com uma grande quantidade de crianças indígenas. "O fenômeno é semelhante ao 'baby boom' do pós-guerra, em que as populações, depois da matança geral, tendem a recuperar as perdas reproduzindo-se mais rapidamente", diz a antropóloga Marta Azevedo, responsável por uma pesquisa feita pelo Núcleo de Estudos em População da Universidade de Campinas.

Com terras garantidas e população crescente, pode parecer que a situação dos índios se encontra agora sob controle. Mas não! O maior desafio da atualidade é manter viva sua riqueza cultural.

Organização e Sobrevivência do Grupo

Os índios brasileiros sobrevivem utilizando os recursos natural oferecidos pelo meio ambiente com a ajuda de processos rudimentares. Eles caçam, plantam, pescam, coletam e produzem os instrumentos necessários a essas atividades.
A terra pertence a todos os membros do grupo e cada um tira dela seu próprio sustento.
Existe uma divisão de tarefa por idade e por sexo: em geral, cabe à mulher o cuidado com a casa, as crianças e a roça; o homem é responsável pela defesa, pela caça (que pode ser individual ou coletiva) e pela colheita de alimentos na floresta.
Os mais velhos - homens e mulheres - adquirem grande respeito por parte de todos.
A experiência conseguida por muitos anos de vida os transforma em símbolos de tradições da tribo. O pajé é uma espécie de curandeiro e conselheiro espiritual.
O Chefe da Tribo
Os índios vivem em aldeias e, muitas vezes, são comandados por chefes, que são chamados de cacique, tuxánas ou morubixabas.

A transmissão da chefia pode ser hereditária (de pai para filho) ou não. Os chefes devem conduzir a aldeia nas mudanças, na guerra, devem manter a tradição, determinar as atividades diárias e responsabilizar-se pelo contato com outras aldeias ou com os civilizados.

Muitas vezes ele é assessorado por um conselho de homens que o auxiliam em suas decisões.

Alimento - Pesca

Além de um conhecimento profundo da vida e dos hábitos dos animais, os índios possuem técnicas que variam de povo para povo. Na pesca, é comum o uso de substâncias vegetais (tingui e timbó, entre outras) que intoxicam e atordoam os peixes, tornando-os presas mais fáceis.

Há também armadilhas para pesca, como o pari dos teneteharas - um cesto fundo com uma abertura pela qual o peixe entra atrás da isca, mas não consegue sair. A maioria dos índios no Brasil pratica agricultura.

Índia Awa-Guajá
Crédito: Pisco Del Gaiso

A foto foi tirada por um fotógrafo da Folha de São Paulo. Mostra uma Índia Guajá dando de mamar a um filhote de porco queixada. As mulheres Guajá amamentam os filhotes dos animais que são pegos nas caçadas. Esses filhotes são chamados de "heimá", palavra cognata de "timbabo", de onde vem "xerimbabo", tal como veio ao português do tupi antigo.


Cultura Indígena

O esforço das autoridades para manter a diversidade cultural entre os índios pode evitar o desaparecimento de muita coisa interessante. Um quarto de todas as drogas prescritas pela medicina ocidental vem das plantas das florestas, e três quartos foram colhidos a partir de informações de povos indígenas.

Na área da educação, a língua tucana, apesar do pequeno número de palavras, é comparada por lingüistas como a língua grega, por sua riqueza estrutural - possui, por exemplo, doze formas diferentes de conjugar o verbo no passado.

Ritos e Mitos

No Brasil, muitas tribos praticam ritos de passagem, que marcam a passagem de um grupo ou indivíduo de uma situação para outra. Tais ritos se ligam à gestação e ao nascimento, à iniciação na vida adulta, ao casamento, à morte e a outras fases da vida. Poucos povos acreditam na existência de um ser superior (supremo); a maior parte acredita em heróis místicos, muitas vezes em dois gêmeos, responsáveis pela criação de animais, plantas e costumes.

Arte

A arte se mistura à vida cotidiana. A pintura corporal, por exemplo, é um meio de distinguir os grupos em que uma sociedade indígena se divide, como pode ser utilizada como enfeite.

A tinta vermelha é extraída do urucum e a azul, quase negro, do jenipapo. Para a cor branca, os índios utilizam o calcário.

Os trabalhos feitos com penas e plumas de pássaros constituem a arte plumária indígena. Alguns índios realizam trabalhos em madeira.

A pintura e o desenho indígena estão sempre ligados à cerâmica e à cestaria. Os cestos são comuns em todas as tribos, variando a forma e o tipo de palha de que são feitos.

Geralmente, os índios associam a música instrumental ao canto e à dança.

Fonte http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diaindio2.html

O GRANDE CHEFE  -  CACIQUE  RAONI
 
RAONI É GUERREIRO - EM DEFESA DAS TERRAS DE SEU POVO, ELE JÁ PUXOU A ORELHA DE UM MINISTRO!!

Raoni Metuktire é o líder dos caiapós, é um dos índios mais conhecidos no Brasil e no exterior por sua campanha em defesa do povo indígena e da floresta Amazônica. Raoni nasce em Mato Grosso, filho do cacique Umoro, do ramo dos caiapós conhecido como Metuktire. O sertanista Orlando Villas Boas é o responsável pela descoberta do grupo em 1954, quando conhece Raoni, então um jovem. O líder indígena não sabe sua idade, mas de acordo com estimativas de antropólogos deve ter hoje mais de 70 anos. Conhecido pelo botoque de 8 centímetros de diâmetro que ostenta no lábio inferior, marca registrada de seu povo, faz jus à tradição guerreira da tribo – a palavra caiapó significa "gente ruim da mata", segundo Villas Boas. Em 1984, ele aparece em público pela primeira vez armado e pintado para a guerra a fim de negociar com o ministro do Interior, Mário Andreazza, a demarcação de sua reserva. Durante a reunião com o ministro, dá-lhe um puxão na orelha e diz: "Aceito ser seu amigo. Mas você tem de ouvir índio". Em 1999, puxa as orelhas do presidente da Funai, Márcio Lacerda, para protestar contra a precariedade da assistência médica nos territórios indígenas. Torna-se famoso internacionalmente a partir de 1989, quando acompanha o cantor inglês Sting numa viagem à Europa, em campanha contra a invasão das áreas indígenas. Volta à Europa em maio de 2000, em busca de suporte financeiro para desenvolver um núcleo de alta tecnologia no Parque Nacional do Xingu. O projeto prevê a criação de um instituto com seu nome para abrigar um hospital, um centro de pesquisas da biodiversidade da floresta, escolas e um núcleo de comunicação ligado à internet.

Obtido em http://pt.wikipedia.org/wiki/Raoni

ESTE ARTIGO  SOBRE O DIA DO ÍNDIO, É TAMBÉM UMA HOMENAGEM - IN MEMORIAM - AO ÍNDIO GALDINO JESUS DOS SANTOS; O QUAL ERA UM LÍDER ÍNDIO DA TRIBO DOS PATAXÓS...

Galdino Jesus dos Santos
UM GUARDIÃO DAS FLORESTAS.

“Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão.”

“Desrespeitando os fracos, enganando os incautos, ofendendo a vida, explorando os outros, discriminando o índio, o negro, a mulher, não estarei ajudando meus filhos a ser sérios, justos e amorosos da vida e dos outros.”

(As citações acima foram as Últimas palavras escritas por Paulo Freire. Referia-se ao índio Galdino, assassinado por um grupo de adolescentes, em Brasília, 1997.)

Ninguém sabe se a justiça brasileira é uma vírgula, ponto-e-vírgula ou um ponto final.

Em 20 de abril de 1997 o índio Pataxó Galdino Jesus dos Santos dormia em ponto de ônibus em Brasília quando foi barbaramente assassinado. Um grupo de rapazes se aproximou do pataxó e ateou fogo em seu corpo. O índio morreu ali mesmo, com o corpo completamente queimado.

Aquele dia 20 de abril foi um ponto final para o índio Galdino.

Os quatro assassinos não teriam sido julgados e condenados se não fosse à repercussão e a pressão da opinião pública brasileira e de instituições internacionais da época. No entanto, todos eles receberam regalias em suas penas. Assim que foram encaminhados a prisão, os quatro jovens de “boa família”, não ficaram 24 horas detidos. Foram transferidos para uma biblioteca desativada, onde receberam regalias de “assassinos presos importantes”.

O julgamento foi um ponto-e-vírgula na história do judiciário brasileiro, dentre milhares que se seguem ano após ano.

Cinco anos após o assassinato do índio Galdino, um dos assassinos – Bruno Minervino – prestou concurso público para o cargo de segurança. O edital deste concurso registrava 12 vagas e um salário de R$ 1.300,00 e exigido o ensino médio para tal função. Bruno, segundo o resultado final do concurso, ficou em 65º lugar. Logo após este resultado, misteriosamente as vagas subiram de 12 para 70 vagas. Em apenas 12 dias nas funções de segurança, Bruno foi promovido à dentista do TJDF, passando a receber o salário de R$ 6.600,00. Seu pai, presidente do TJDF, o juiz Edmundo Minervino, afirmou em entrevista que não tinha havido ato ilegal algum na nomeação de seu filho assassino.

A vírgula desta história fatídica, atípica e vergonhosa, fica para esta nomeação de um sujeito que de assassino julgado e condenado, passa a segurança e como num passe de mágica, torna-se dentista de um órgão importante como é Tribunal de Justiça.

O que podemos fazer? Em que ou em quem poderemos acreditar? – perguntaria alguém.

Eu honestamente creio que pouco nós podemos fazer. Mas, se o pouco fosse feito, muito se mudaria nesta cultura do “jeitinho brasileiro. A começar se nós falássemos, se nós usássemos as mídias para “berrar” a nossa revolta. É isso que faço agora: Berro!

- Se Bruno é tão bom assim, por que não fez concurso para o cargo de dentista?
- Por que aumentar o número de vagas exatamente para 70?
- Como estão se sentindo as outras pessoas que foram melhores colocadas que Bruno no concurso? Será que, algum dia na vida, estas pessoas vão ganhar R$ 6.600,00? E os outros profissionais que já estão trabalhando a mais tempo no TJDF?
- O que se pode esperar de um país que tem na sua justiça um juiz federal com esse comportamento?
- Que julgamento foi esse, que pena foi essa que o assassino cruel de uma pessoa já cumpriu, já foi solto e até teve tempo de fazer concurso e tudo?
- Assassinos podem fazer concurso público?

Todos nós poderemos fazer mil perguntas que podem e devem ter respostas. Não só respostas escritas de repúdia. Mas respostas efetivas, de ação, de consciência. É preciso que os bons (ou os que se dizem bons), unam-se na hora de votar em bandidos, ordinários e promíscuos politicos que circulam a nossa vida.

E o Judiciário está no mesmo caminho...

E agora, José?

EXTRAÍDO DO BLOG – PRIMEIRAS ÁGUAS –

Regalias e benefícios aos assassinos do Índio Galdino.

Pertencentes a famílias de grande poder aquisitivo e influência, desde a prisão os criminosos contaram com regalias a que nenhum outro preso comum tinha direito. Apesar das críticas efetuadas pela promotora Maria José Miranda, que acompanhou o processo nos primeiros cinco anos, os quatro rapazes detidos tinham direito a tomar banho quente e manter cortinas em suas celas, além de ficarem de posse da chave da própria cela. Por uma causa misteriosa que nunca foi revelada, a promotora pediu afastamento do caso pouco tempo antes do julgamento.

O menor de idade envolvido no crime foi encaminhado para o centro de reabilitação juvenil do Distrito Federal. G.N.A.J. e ficou preso apenas por três meses, apesar de ter sido condenado a um ano de reclusão. Os outros quatro foram condenados, em 2001, a 14 anos de prisão em regime integralmente fechado por homicídio doloso. Pela gravidade do crime não teriam direito a determinados benefícios, mas, já no ano seguinte receberiam autorização para exercer funções administrativas em órgãos públicos. Três dos cinco rapazes chegaram a ser flagrados pela imprensa local se dirigindo em carro próprio até o presídio sem passar por qualquer tipo de revista, após namorar e ingerir bebida alcoólica em um bar.

Em agosto de 2004, os quatro rapazes já se encontravam sob livramento condicional. Esse benefício foi recepcionado pela opinião pública como um atestado do "caráter volúvel do Poder Judiciário frente à força político-econômica" e que revoltou os familiares do índio assassinado. A mídia também noticiou a concessão do benefício, apesar de previsto em lei, como "certeza da impunidade" para um crime considerado hediondo pela legislação brasileira.

SAIBA MAIS SOBRE O ÍNDIO GALDINO, Clic no link abaixo:



Fonte

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=wlgykmaizoI&feature=related

Indicações:
Como indicações sobre temas indígenas,  abaixo estão alguns links para acesso  a sites:
Blog e Site de Mércio Gomes.
Mércio Gomes é um profundo conhecedor  com trabalhos em defesa das populações indígenas no Brasil.
Antropólogo (Ph.D. University of Florida, EUA, 1977), Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ex-Presidente da Funai, autor dos livros “Antropologia”, “Os Índios e o Brasil”, “O Índio na História”, “The Indians and Brazil”, “Darcy Ribeiro”, e “A Vision from the South”. A sair: ANTROPOLOGIA HIPERDIALÉTICA.

Para acessar o Blog do Mércio Gomes clic no link abaixo:


Site do Mércio Gomes:

Para acessar o Site do Mércio Gomes clic no link abaixo


Site sobre Línguas Indígenas Brasileiras

Para acessar o Site,Clic no link abaixo:

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